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Novo trailer de Star Wars: Os Últimos Jedi deve sair nesta semana!

Posted: 10 Apr 2017 06:55 PM PDT

Segundo o site segundo o site Star Wars News, o filme Star Wars: Os Últimos Jedi receberá o seu primeiro trailer completo durante a Star Wars Celebration, que acontece em Orlando, EUA, na sexta (dia 14) por volta das 12h (horário de Brasília).

De acordo com a publicação, o trailer será completo, ou seja, não será um teaser. Por enquanto NADA foi confirmado, então estamos tratando essa informação como rumor.

Daisy RidleyMark HamilOscar IsaacAdam DriverJohn BoyegaLaura DernBenicio Del Toro Carrie Fisher estão no elenco do Episódio VIII. 

Star Wars: Os Últimos Jedi chega aos cinemas em 15 de dezembro deste ano. Além de dirigir, Rian Johnson também é o roteirista do filme.

via Omelete

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A carta de uma psiquiatra sobre “13 Reasons Why” para os jovens

Posted: 10 Apr 2017 05:17 PM PDT

By Airi M. Sacco

Nos últimos dias, comentários empolgados com a série 13 Reasons Why começaram a pipocar na minha timeline. A maioria deles vindo de alunos e alunas (sou professora de Psicologia, como vocês sabem). Então, fiquei curiosa e fui assistir.

Pra quem não sabe do que se trata, o roteiro básico é o seguinte: uma menina de 17 anos se mata e deixa gravadas fitas cassete nas quais relata os 13 motivos pelos quais se suicidou. Cada um desses motivos está relacionado a uma pessoa e, mais cedo ou mais tarde, todas as pessoas mencionadas devem ouvir as fitas. O protagonista da história é um guri gente boa, que gostava da menina. A trama acabou me pegando pela curiosidade: Por que o guri foi um dos motivos? Quando vai chegar a fita dele?

Assisti até o fim.

A série trata de temas importantes: bullying, solidão, estupro, violência física e psicológica e, claro, suicídio entre adolescentes. Pelo que pesquisei na internet, 13 Reasons Why é um fenômeno de audiência.

Bom… Todo mundo sabe que há um acordo no mundo jornalístico para que imagens de suicídio não sejam divulgadas na mídia. Isso não quer dizer que o suicídio não possa ser discutido nos meios de comunicação. Ele inclusive DEVE ser discutido. No entanto, divulgar casos específicos, e principalmente imagens, pode ser um disparador para pessoas que estão com algum tipo de ideação suicida. Assim, existe um acordo tácito estabelecido sobre essa questão.

Pois bem. Enquanto eu ia emendando um episódio no outro, comecei a ficar incomodada, mas não sabia muito bem por quê. O incômodo foi aumentando, aumentando, aumentando, até que explodiu quando mostraram a cena em que a menina se mata. Sim, eles mostraram a menina se matando. Mostraram tudo, na verdade. Passo a passo, inclusive com close no corte sendo aberto, quando ela está na banheira.

E aí eu entendi o meu incômodo: Ao assistir a série, a gente não torce para a menina não se matar (afinal, sabemos que se matou). A gente torce pra que os responsáveis pela miséria dela sofram, se sintam culpados, sejam responsabilizados. A ideia das fitas parece brilhante: é a morte como vingança. “Me fizeram sofrer, não aguento mais… eu vou, mas eles vão junto”. Em outras palavras: é o suicídio romantizado.

Como se isso não bastasse, a cena em que a menina se mata é praticamente um tutorial.

Então, sinceramente, não consigo entender como 13 Reasons Why está no ar. Sim, nós precisamos falar sobre bullying e assédio sexual na escola. Sim, nós precisamos falar sobre violência. Sim, nós precisamos falar sobre suicídio. Mas não, nós não podemos romantizar o suicídio. Não, não podemos oferecer tutoriais online sobre suicídio e achar que é bonito porque, afinal, quem fez foi a Netflix, e a Netflix é a nossa queridinha do momento.

Não sei, gurizada, eu entendo que muita gente tenha gostado, mas me preocupam um pouco as consequências que podem ser geradas a partir dessa série…

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Elenco de “13 Reasons Why” estará na Comic Con do Recife

Posted: 10 Apr 2017 03:49 PM PDT

A Netflix acabou de anunciar pelo twitter que os atores Brandon Flynn (Justin), Alisha Boe (Jessica) e Christian Navarro (Tony) estarão na Comic Con do Recife. 

A CCXP Tour Nordeste é um braço da Comic Con Experience que já conhecemos em São Paulo. A convenção acontece em Recife, no Centro de Convenções de Pernambuco, entre os dias 13 e 16 de abril; eles estarão no painel da Netflix no dia 15.

Ingressos e mais informações podem ser encontrados aqui. 

via Papel Pop

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Jumanji | Nova versão é uma sequência, não um remake

Posted: 10 Apr 2017 03:30 PM PDT

Se você é uma criança dos anos 1990, provavelmente já assistiu Jumanji, filme estrelado por Robin Williams, em que ele é sugado para dentro de um jogo mortal. Uma nova produção está sendo feita. O enredo da nova versão – Jumanji: Welcome to the Jungle – foi divulgado e será um pouco diferente do original. Na verdade, trata-se de uma sequência ambientada 20 anos depois, não de um remake.

Ao invés de um jogo de tabuleiro, o filme foi atualizado para passar em um videogame. Quatro crianças encontram um aparelho antigo e são enviadas para uma selva, se tornando os seus avatares no jogo.

A produção, que está sendo gravada no Havaí, tem no elenco Dwayne Johnson, Jack Black, Nick Jonas, Kevin Hart e Karen Gillian. O diretor é Jake Kasdan, o mesmo de Professora Sem Classe.

Jumanji original foi um sucesso na época. Foi gasto U$ 65 milhões e arrecadaram U$ 262 milhões. O mesmo espera-se que aconteça com Jumanji: Welcome to the Jungle.

A data de estreia no Brasil está marcada para 4 de janeiro de 2018

Via CinePop

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Os 13 Porquês | Vídeo conta a história de Hannah através de aplicativos de celular

Posted: 10 Apr 2017 02:01 PM PDT

Desde o lançamento da série, no último dia 31 de março, Os 13 porquês causou um alvoroço entre os usuários do Netflix, além de se tornar um grande sucesso. Ao longo da semana passada, diversas ações foram mobilizadas, como a hashtag #NãoSejaPorUmPorquê ou até a notícia de uma provável segunda temporada.

Dentre as mesmas, uma maneira encontrada pelo Netflix para divulgar a série foi criar um vídeo contando a história de Hannah Baker por meio de aplicativos de celular. Caso você não tenha visto a série ainda, o vídeo pode conter spoilers. 

Para quem não conhece ainda, a série conta a história de Hannah Baker, uma jovem que decide tirar a própria vida. Antes disso, grava 13 fitas com os 13 porquês que justificam suas atitudes. A história é contada a partir do momento que Clay, amigo da garota, recebe as fitas e começa a escutá-las. Os episódios estão todos disponíveis no Netflix.

Para saber mais sobre Os 13 porquês.

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Power Rangers | Cena romântica foi cortada a pedido do público na exibição-teste

Posted: 10 Apr 2017 02:00 PM PDT

Hollywood – e o público – estão mudando! Os papeis femininos não precisam mais de envolvimento com os personagens masculinos para se mostrarem fortes. Pelo menos foi isso que aconteceu no filme Power Rangers.

Segundo o diretor do longa Dean Israelite, uma cena romântica entre a Ranger Rosa, Kimberly, e o Ranger Vermelho, Jason (Drake Montgomery e Naomi Scott), foi cortada porque o público da exibição-teste achou que seria muito clichê e que não era necessário para o caminhar da história.

O beijo aconteceria na cena em que Kimberly confessa a Jason o seu passado.

"Fazer daquela cena um momento romântico entre ela e Jason seria rebaixar a personagem dela e colocá-la num clichê de personagem feminina que apoia o líder masculino. Eu achei ótimo que o público insistiu muito contra isso", afirma o diretor.

É muito interessante ver que a mentalidade do público está mudando e que os estúdios estão escutando o que ele tem a dizer.

Via Papel Pop

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Sense8 | Netflix libera trailer oficial da segunda temporada

Posted: 10 Apr 2017 10:01 AM PDT

A Netflix divulgou o trailer da segunda temporada de Sense8. No vídeo, vemos os personagens da série se preparando para confrontos em uma escala mais perigosa do que foi visto no primeiro ano da saga. Além disso, a série continua rodando outros lugares, e, dessa vez, traz imagens dos personagens na Parada do Orgulho LGBT de São Paulo. Confira:

Criado por Lilly e Lana Wachowski (Matrix), a série conta a história de oito pessoas ao redor do mundo que compartilham uma profunda conexão entre si

A segunda temporada chega em 5 de maio ao catálogo do serviço de streaming. Antes disso, Sense8 também teve um episódio especial de Natal lançado durante as festas de fim de ano.

Para saber mais sobre Sense8.

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13 Parágrafos de Alerta sobre “13 Reasons Why” para pais, educadores e profissionais de saúde

Posted: 10 Apr 2017 09:48 AM PDT

Texto by LF Tófoli

1. A alardeada série da Netflix, "13 Reasons Why", baseada em um livro homônimo de Jay Asher (publicado no Brasil como "Os 13 Porquês"), aborda uma série de questões sérias: bullying no ensino médio, machismo, LGBTfobia, abuso sexual e, de uma forma geral, a difícil missão de adolescer. A série, porém, é focada em uma questão central, pivô de toda a história: o suicídio de uma jovem de 17 anos, Hanna Baker, que faz 13 gravações em fitas cassetes, apontando o dedo as pessoas que a desapontaram em seu calvário na High School de uma pequena cidade americana.

2. Eu me vi na obrigação de assistir a todo o seriado para poder trazer algumas informações para pais e profissionais de saúde e educação. Não vou me estender na qualidade artística, até porque não é minha função aqui, eu penso. No entanto, afianço que apesar da tensão que prende a assistência até a resolução do mistério, os episódios são longos e cansativos demais. A sensação final é de ser chantageado a aguentar a narrativa arrastada só para poder saber por qual razão o protagonista e bom-moço Clay Jensen foi incluído nas fitas de Hannah.

3. A razão principal pela qual eu escrevo estes parágrafos é para focar na questão crucial de uma peça de ficção construída sobre um suicídio adolescente. O suicídio está entre as principais causas de morte na adolescência, competindo com acidentes causados por veículos e, no caso de países como o Brasil, violência armada. Como um agente de formação no campo da Psiquiatria e da Saúde Mental, me vejo na obrigação de fazer alguns comentários – e, porque não, alguns alertas – sobre esta série.

4. Há sinais preocupantes de que as taxas de suicídios de jovens estão crescendo no mundo e no Brasil. O país, aliás, está na contramão das estatísticas no mundo: também os índices gerais estão subindo – e já o estavam antes da crise econômica – ao invés de cair. Há várias hipóteses sobre o que pode estar levando isso a acontecer, mas acho que o mais importante é frisar que nunca tivemos uma campanha nacional responsável de prevenção do suicídio – apesar do reconhecidamente importante papel do voluntariado do CVV-Centro de Valorização da Vida – e de haver documentação sobre formas de se fazer essa política pública de maneira eficiente.

5. Meu ponto principal neste texto não é estragar a série ou dar spoiler, e sim de que pais, educadores e adolescentes estejam cientes de que o programa tem o potencial de causar danos a pessoas que estão emocionalmente fragilizadas e que poderão, sim, ser influenciadas negativamente. Não é absurdo inclusive considerar que, para algumas pessoas, a série possa induzir ao suicídio. Portanto, pessoas em situações de risco deveriam ser desencorajadas a assistir a série. Não estou sozinho nisso, já há pelo menos um crítico no Brasil, o Pablo Villaça, que explicitamente está recomendando que não se assista ao seriado (https://goo.gl/Z2Op17).

6. O principal erro da série é, de longe, mostrar o suicídio de Hannah. A cena, que acontece no episódio final, é absolutamente desnecessária na narrativa e claramente contrária ao que apregoam os manuais que discutem prevenção de suicídio e mídia. Chega a ser absurdo que os autores da série ignorem completamente o que indicam explicitamente as recomendações da Sociedade Americana para Prevenção do Suicídio, que foram publicadas após a morte do ator Robin Williams (https://goo.gl/vAQkg6) e cheguem à cara de pau de tocar (não neste episódio) a música "Hey, Hey", de Neil Young, que foi citada na carta suicida do músico Kurt Cobain (https://goo.gl/droI3I).

7. É verdade que as recomendações são em geral destinadas à imprensa, mas chega a ser absurdo que os realizadores de uma produção sobre o tema não tenham se informado sobre os impactos do que é conhecido como 'efeito Werther' – cujo nome vem de uma obra de arte e não de uma ação de imprensa. O efeito é baseado no suposto impacto de Os Sofrimentos do Jovem Werther, livro do século XVIII que alçou Goethe à fama (https://goo.gl/2h4N8U).

8. Embora o aumento de suicídios na Alemanha atribuídos ao livro jamais possa ser objetivamente medido, há já um consenso entre suicidologistas de que o fenômeno sofre contágio pela mídia e de que há maneiras pelas quais ele não deva ser retratado. Uma delas, e na qual a série fracassa desgraçadamente, é em não romantizar ou embelezar um suicídio. Evitar a divulgação de cartas suicidas é outro ponto – e é desnecessário dizer que a série toda é uma enorme carta suicida, que embora ficcional, é ouvida pela voz da protagonista, a narradora póstuma da história.

9. Outro problema sério da história, especialmente para os sobreviventes (esse é o termo utilizado para os parentes e entes queridos de quem se suicida), é a ideia da culpabilização do suicídio. Grande parte da tensão da série gira em torno de quem é a "culpa" pelo suicídio de Hannah: ela, seus amigos, a escola (que é processada pelos pais da menina), a sociedade. Os especialistas entendem que a busca por culpados é dolorosa e improdutiva. O suicídio é, na sua imensa maioria das vezes, um ato complexo, desesperado e ambíguo, e achar que ele possa ter responsabilidade atribuível é equivaler sua narrativa à de um crime. Embora isso seja compreensível em uma peça de ficção, isso é muito deletério na discussão do tema no mundo real, onde ele de fato os suicídios acontecem.

10. Dois fatos chamam a atenção ainda, como erros essenciais da produção. Um é não tocar a questão do adoecimento mental, uma vez que a maioria das pessoas que se suicidam apresentam transtornos mentais. O suicídio de Hannah é discutido – como sói frequentemente aos americanos, um povo obcecado pela pretensa liberdade de escolha – como uma "opção", esquecendo que na grande maioria das vezes a pessoa está aprisionada por um cenário falseado de opções causado pelo seu estado mental. O outro fato é a impressão passada pela narrativa – em especial no último episódio – de que buscar por ajuda é inefetivo, quando isso pode ser a diferença, literalmente, entre a vida e a morte.

11. Ainda sobre pedir ajuda, a divulgação da série pretende vender a ideia de conscientização – contando, no Brasil, inclusive com o apoio do CVV. Durante todos os 13 episódios que assisti no Netflix, no entanto, não há qualquer sinal, indicação ou legenda que aponte a hotline do CVV no Brasil (141) ou o seu site (http://www.cvv.org.br) para pessoas que necessitem de apoio e estejam assistindo a história. Após o fim da trama há um extra, meio documentário, meio making of que fala sobre prevenção de suicídio, mas seria necessário, no mínimo, divulgar meios de socorro no início e no fim de cada episódio.

12. Nunca é demais lembrar que indagar uma pessoa sobre seu risco de suicídio não aumenta a chance dele acontecer e pode ser a atitude salvadora em diversos casos. Isso é particularmente importante para profissionais de saúde e de educação, que têm muito medo de fazer essa pergunta. Na maioria das vezes, para um potencial suicida, essa pode ser a oportunidade de compartilhar seu desespero e abrir a chance para uma ajuda efetiva.

13. Concluindo, a premissa de "13 Reasons Why" é excelente: discutir a crueldade cotidiana dos jovens (que me parece ser a mesma crueldade dos humanos, embora em uma fase particularmente frágil da vida) e como ela pode nos afetar de forma devastadora, em alguns casos. No entanto, infelizmente, por negligência ou por pura arrogância, a série acaba fazendo provavelmente um desserviço maior do que sua beneficência. A oportunidade perdida de se discutir suicídio de uma forma cuidadosa se perdeu em meio ao hype, infelizmente.

Parágrafo adicional motivado por alguns comentários (considerem como a 14ª gravação, rs): 14. Gostaria de frisar que não defendo de maneira alguma a censura ou a proibição da série, e muito menos que se evite o debate das questões seríssimas do bullying, da violência de gênero e do estupro. A questão é de, sem querer ofender quem amou a série, refletirmos juntos se alguns cuidados poderiam ser tomados para evitar o prejuízo a pessoas fragilizadas. Elas são a minoria da população, mas o impacto já foi medido e mais de um estudo sobre o efeito Werther. A pergunta aqui é: será que o meu entretenimento vale a vida de alguém? Será que ao recusar ao olhar os vacilos da produção da série eu não estarei contribuindo de alguma forma para o suicídio de alguma Hannah da vida real? Grato a todo mundo pelo interesse.

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SAIU! Assista ao primeiro trailer legendado de Thor: Ragnarok

Posted: 10 Apr 2017 08:21 AM PDT

A Marvel divulgou o primeiro trailer legendado de Thor: Ragnarok. Assista no player abaixo:


 

Em Thor: Ragnarok, Hela acidentalmente escapa de sua prisão e ataca o Deus do Trovão, que é enviado para Sakaar, onde é forçado a se tornar um gladiador. Entretanto, ele descobre que um dos lutadores e atual campeão é ninguém menos do que Hulk, o companheiro Vingador que desapareceu durante os eventos de A Era de Ultron.

O longa conta com Chris Hemsworth (Thor), Tom Hiddleston (Loki), Cate Blanchett (Hela), Tessa Thompsom (Valquíria), Karl Urban (Executor), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Mark Ruffalo (Hulk), Idris Elba (Heimdall) e Benedict Cumberbatch (Dr. Estranho), com participação de Anthony Hopkins (Odin).

A produção dirigida por Taika Waititi chega aos cinemas em 2 de novembro.

via Omelete / Jovem Nerd

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