Balaio de Livros

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(Dica da Grazy) Nas telonas: O bebê de Bridget Jones

Posted: 17 Nov 2016 02:04 PM PST



Sinopse:

Estável no emprego como produtora de TV, Bridget Jones (Renée Zellweger) continua solteira. Depois de aceitar o convite de uma amiga do trabalho para ir a um festival de música pop, lá ela acaba "acidentalmente" dormindo com o desconhecido e sedutor Jack Qwant (Patrick Dempsey). Mas ela não é mais a mesma neurótica e nem se preocupa com o paradeiro do moço. Pouco depois, em um batizado, a verborrágica inglesa reencontra Mark (Colin Firth), seu amor do passado. E eles acabam... dormindo juntos. Mais algumas semanas se passam, e Bridget se encontra grávida. E, sem ter certeza de quem é o pai da criança, adia a "revelação", enquanto ambos acreditam ser o verdadeiro pai do bebê de Bridget Jones.

Opinião:

O bebê de Bridget Jones é o glorioso retorno da Reneé aos holofotes de Hollywood. Além de ser um clássico, ela demonstra estar ainda bastante confortável no papel da (ex) gordinha mais amada das comédias românticas. O filme continua com a mesma base: feito sem grandes pretensões e para quem quer ir ao cinema apenas se divertir. E é isso que é entregue. Toda a trama (toda mesmo) é completamente hilária, os diálogos são bobos, dão aquela vergonha alheia inerente à uma história com a Bridget e os atores nos dão o melhor de seus personagens.



Colin está de volta como Mr. Darcy, porém não tão gamante quanto antes. Bem interpretado, sim, mas vocês entenderão o que eu quis dizer. Patrick vem como o novato Jack, substituindo o Hugh como o terceiro pé do triângulo amoroso que tem que ter nos filmes da BJ. Confesso que muito pelo meu amor por Derek (Grey's Anatomy) e Tom (O Melhor Amigo da noiva) eu já estava pré disposta a torcer pelo personagem do Patrick xD.




Dada a quantidade de sequências que Hollywood tem lançado na esperança de continuar ganhar dinheiro com a glória dos clássicos eu fiquei muito com o pé atrás antes de ver o filme, mas cara, quando a coisa é feita com amor não dá pra decepcionar. Eu ri, eu suspirei, ri de novo, deu gargalhadas sinistras, fiquei com vergonha alheia, suspirei de novo, quase gritei... BJ continua sendo aquele romancezinho gostoso cheio de cenas bobocas e engraçadas que soam muito naturais, mesmo com aquela coceirinha de isso não faz o menor sentido.

Bridger envelheceu! E apesar da trama ainda ser a mesma (o filme é bastante fiel aos seus predecessores) não foi feita uma adaptação dela ao mundo de hoje. Ainda há o ode ao antigo.  O elenco de apoio novato se dá maravilhosamente bem em seus papéis e dão o fundo necessário para completar a história.

Eu saí do cinema feliz e cheia de bons sentimentos (coisa que não rola com a maioria dos filmes, né) e esse é o diferencial de BJ. Não tenho muito o que falar sobre edição, fotografia, maquiagem e bla bla bla... não prestei muita atenção nisso. Fiquei completamente absorta D: Mas tenho que comentar que a escolha da trilha sonora ainda é de arrasar também. 

Finalizando... para quem é fã da franquia é um filme obrigatório. Recomendo para todo mundo que não tem preconceitos de gênero de filmes e qualquer um que esteja querendo apenas um filme leve e divertido. 

P.S.: Tem uma participação especial de uma pessoa que vocês vão adorar ;)


Originalmente postado no blog Cantar em Verso.




(Divulgando) Lançamento da Editora EME - Perda de Pessoas Amadas:

Posted: 17 Nov 2016 08:00 AM PST


Perda de pessoas amadas
Armando Falconi Filho
Autoajuda
160 páginas
16x22,5
De R$ 30,90 por R$ 21,63

Sinopse:

Falconi narra neste livro a experiência da Fundação espírita Allan Kardec – FEAK – de Juiz de Fora – MG onde foi introduzido, além dos trabalhos normais de palestra, passe, atendimento fraterno e desobsessão, um dia especial no mês destinado a atender pessoas que estão sofrendo a "perda de pessoas amadas".

Nessas reuniões o tema é sempre a morte, trazendo ao público esclarecimentos a respeito desse fenômeno natural na vida de todos nós, inclusive com espaço para perguntas específicas sobre o tema com respostas consoladoras e instrutivas.
Ao longo do livro, dissertando sobre a morte, o autor vai indicando diversas obras dentro da vasta literatura espírita onde o leitor interessado poderá buscar maiores explicações, aprofundando assim seu conhecimento sobre essa fase de transição que todos enfrentaremos um dia.
Narra, ainda, com detalhes o despertar de sua esposa no Além, após sua morte ocasionada por um atropelamento, aos quarenta e quatro anos de idade.
Pelo consolo e esclarecimento que traz, esse livro será com certeza de muita utilidade àquelas que, de uma forma ou de outra, foram surpreendidos pela viagem antecipada de seus afetos, encontrando nele forças para a caminhada até o momento do reencontro.

Falconi nos ensina, em seu livro, como devemos orar por nossos entes queridos, transmitindo a eles o nosso carinho e também a nossa saudade, porém uma saudade que reconforta e que confia que um dia poderemos nos reencontrar.

 http://www.editoraeme.com.br/

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