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O Homem nas Trevas | Crítica

Posted: 22 Sep 2016 11:45 AM PDT

Não respire. Não se mova. O menor dos barulhos pode atraí-lo até você!

Dá para contar nos dedos os filmes de terror nos últimos anos que conseguiram nos surpreender, mas num ano onde os blockbusters acabaram sendo uma decepção foi no terror que conseguimos voltar aos nossos assentos e nos perder por duas horas.

O Homem nas Trevas é um bom exemplo disso. Com uma história simples e poucos personagens, o diretor Fede Alvarez e produtor Sam Raimi conseguiram criar um filme tenso, que te faz segurar a respiração junto com Rocky (Jane Levy), seu namorado Money (Daniel Zovatto), melhor amigo Alex (Dylan Minnette) e veterano de guerra cego (Stephen Lang) que eles tiveram o azar de encontrar.

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Eu tenho que tirar o chapéu para as performances de Levy e Lang. Os dois foram a alma do filme, com suas atuações impecáveis nos trazendo diversas sensações quanto mais descobríamos sobre o misterioso homem e as decisões que os personagens tomavam.

Com certeza vou ficar de olho nos próximos trabalhos do diretor e na atriz depois desse. Ás vezes quando você sabe aproveitar a história que tem e os personagens, não precisa de muita coisa.

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Os filmes de terror podiam aprender com esse ao invés de cair sempre na mesma formula repetitiva

 

O Homem nas Trevas | Crítica
80%Pontuação geral
Personagens75%
Enredo 85%
Fotografia 85%
Efeitos Especiais 80%
Trilha Sonora 75%
Votação do leitor 0 Votos
0%

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Vale a pena ter um Kindle?

Posted: 22 Sep 2016 06:00 AM PDT

A Amazon chegou ao Brasil com a promessa de vender por aqui seus leitores digitais, os famosos Kindles,  e foi exatamente o que aconteceu. No Brasil, pouco a pouco os leitores começam a se adaptar a essa nova forma de ler. É normal haver certa resistência, principalmente porque o leitor digital requer um investimento financeiro inicial que não é baixo, mas que tal descobrirmos o que os leitores dizem sobre a experiência?

Pedi a ajuda dos meus amigos do facebook para reunir relatos reais sobre a leitura no Kindle. Acabei descobrindo detalhes dos quais não fazia ideia e também ponderei alguns pontos  que não tinham me ocorrido. Eu, particularmente, sou apaixonada pelos livros físicos e pela sensação indescritível de passar folha a folha, até chegar ao final. Sem contar que o cheirinho de livro novo e a lombada bonitinha na estante fazem toda a diferença. Ainda assim, desde que descobri o wattpad e a amazon, tenho me permitido explorar o desconhecido antes de julgá-lo sem dar uma verdadeira chance.

A escritora e blogueira Frini Georgakopoulos, por exemplo, ganhou dois kindles e gostou tanto da experiência, que investiria facilmente na versão paperwhite. “Mas Thati, qual é a diferença?” O kindle comum e o kindle paperwhite são bem parecidos esteticamente. O segundo, no entanto, tem luz embutida, o que facilita (e muito!) a vida do leitor que quer ler em qualquer lugar, até em ambientes pouco iluminados ou completamente escuros.

A também escritora Larissa Siriani não substitui o seu por nada e enfatiza que, uma das muitas vantagens do leitor (como não precisar esperar para o livro ser entregue e tampouco gastar uma fortuna com o frete) é importantíssimo para a sua satisfação. E as vantagens não acabam por aí. A escritora Gislaine Oliveira reconhece outras tantas vantagens, incluindo o baixo custo dos livros, poder configurar as letras de acordo com o seu desejo (são 3 tipos de letras diferentes; você pode ler na horizontal ou vertical; e também pode configurar o espaçamento de modo a tornar sua leitura mais confortável), e o fato do leitor digital comportar diversos títulos ocupando pouquíssimo espaço físico. Esse parece um fator importantíssimo para vários usuários, inclusive. A maioria deles lista essa praticidade como um importante fator determinante para a compra.

A escritora e professora Carla Luz também tem uma experiência muito positiva com o kindle e aproveita as muitas promoções da Amazon, mas para ela ainda pesa muito a questão do autógrafo. Quando você gosta muito de um livro e tem a oportunidade de conhecer o escritor, é natural que você queira um registro duradouro do momento. Se você tiver lido a obra no formato digital, não poderá garantir o autógrafo na obra em questão. Para esse quesito ela encontra uma solução: os títulos dos quais ela gosta muito e quer colocar na estante ou garantir um autógrafo, ela compra também na versão impressa. E ela não é a única!

A Gabriela Galdino e a escritora Déborah Aviaras também adotaram a mesma prática. Ao meu ver, isso só comprova que é perfeitamente possível que o livro de papel e o leitor digital coexistam em perfeita harmonia. Um não chegou para extinguir o outro, mas apenas para oferecer uma nova experiência literária.

É claro que também há leitores que não se adaptaram com a proposta, o que é natural. Para a Mayrá Rodrigues e a Tati Gonsales, por exemplo, nada substitui a experiência de ler um livro impresso. Ainda assim, quem se apaixona pelo serviço não cansa de recomendá-lo. É o caso da Andressa Fontes. Brincando, ela diz que “é praticamente uma promotora da Amazon não contratada”, já que vive indicando o serviço para os amigos!

E você, já experimentou a leitura usando o Kindle? Como foi sua experiência? Ainda não experimentou? Então que tal dar uma chance?

Obs.: Um muitíssimo obrigada a todos que compartilharam seus relatos comigo no facebook. Não pude incluir todos na matéria, mas a ajuda de vocês foi essencial para o meu entendimento e para essa postagem!

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