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Shailene Woodley pode não voltar para o último capítulo da franquia Divergente

Posted: 09 Sep 2016 08:47 AM PDT

Parece que os atores finalmente começaram a se pronunciar sobre a decisão da Lionsgate de levar a franquia Divergente a televisão. Muitos fãs ficaram desapontados com a adaptação de Convergente, mas acho que mais ainda com a decisão do estúdio de cancelar os planos de levar o último capítulo da franquia aos cinemas.

Mas parece que eles não são os únicos. A atriz Shailene Woodley, que dá a vida a protagonista Tris Prior, não está nem um pouco interessada em voltar para uma série de TV.

Segundo ela, Shailene entende a decisão do estúdio e dos envolvidos em fazer algo diferente, mas ela não assinou contrato para uma série de TV.

Por enquanto Shailene foi a única que se manifestou sobre a drástica mudança em A Série Divergente: Ascendente. As próximas grandes adaptações Young Adult a chegar aos cinemas O Lar das Crianças Peculiares e Maze Runner: A Cura Mortal já sofreram atrasos e problemas.

Vamos torcer para que isso não marque o fim das adaptações jovens nos cinemas. 

 

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Resenha: Kiss of Deception, Mary E. Pearson

Posted: 09 Sep 2016 08:00 AM PDT

Lia está a algumas horas de seu casamento, de cumprir um de seus deveres como primeira filha, de tentar unir dois reinos inimigos e de ser negociada como um soldado dos exércitos de seu pai, mas a verdade é que ela não irá pisar naquele altar. Não mesmo, ela tem planejado sua fuga e se tudo der certo, ela não irá morrer no meio do processo, só irá enfurecer meio mundo e provavelmente destruir todas as chances de seu Reino de uma união benéfica, mas afinal, é seu futuro não? Ela deveria ter a oportunidade de escolher e viver, mesmo sendo uma princesa não?

Então ela foge com sua criada e única amiga, Pauline, e ambas vão em direção a uma cidadezinha em que Pauline acredita que ambas estarão seguras e passarão despercebidas. Os primeiros quilômetros são os piores, o medo de serem pegas e mortas, a ansiedade por estarem a um passo da liberdade, o pavor do desconhecido, a tensão de esconder todos seus passos e deixar pistas falsas, a dor de dias e dias cavalgando e dormindo ao relento, a fome… Mas tudo isso valeu a pena no momento em que elas colocaram os pés na cidadezinha, valeu cada maldita respiração pesada de medo. Elas estavam livres para construírem seus destinos e viverem suas vidas.

Elas conseguem emprego e moradia numa pousada dali, e não demora muito para Lia encontrar um ritmo na rotina e começar a relaxar um pouco, porém ela não imagina que o príncipe que ela abandonou no altar – muito irritado por ela ter tido coragem de tomara a atitude que ele cogitou por um segundo, muito indignado por ela ter se recusado a cumprir com sua obrigação de herdeira e ultrajado pela sua petulância de recusá-lo – e um assassino – que foi contratado para matá-la – estão em seu rastro e que ambos, ao entrarem na estalagem em que ela está trabalhando, acabam se surpreendendo e ficando um pouco sem chão ao vê-la.

Os dois jovens – muito atraentes, cada um a sua maneira, por sinal – que entraram e mexeram com ela, trazem passados dos quais não querem falar, e no início ela se sente intimidada por isso, mas com o passar dos dias e o convívio com eles a fazem questionar um monte de coisas e sentir tantas outras que ela nunca sentiu antes. Mas seu passado começa a bater a sua porta, ameaçando destruir tudo que ela está construindo ali, e ameaçando sua consciência de se manter inteira, não é só a vida dela que está em jogo, nunca foi, não com ela sendo quem é, e talvez ela tenha que aprender isso da maneira mais difícil.

“Sempre haveria opções. Algumas escolhas simplesmente não são fáceis de serem feitas.”

O livro começa nos inserindo num mundo totalmente novo, cheio de ritos, mitos e tramas que nos são desconhecidas, e confesso, os primeiros capítulos podem ser confusos, principalmente as primeiras páginas que te jogam num ritual pré matrimonial cheio de coisas que não nos são familiares.

E pensam que o mistério e confusão ficam só nisso? Não se enganem, em boa parte da trama não sabemos quem é o príncipe e quem é o assassino e essa jogada foi sensacional, você faz suposições, você sente, você lê e você vive, mas ainda sim é pega de surpresa quando os eventos se desenrolam com tudo. Aquele surto comum de “AI MEU DEUS, O QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI?!”, acontece e as coisas ficam bem frenéticas e resultam na sua adoração.

Contudo o que me ganhou mesmo foi como ela abordou o clichê central da trama, a questão de ser princesa e não querer um casamento arranjado, de estar afundando perante as pressões e decisões que jogam para cima de si, Lia não é só uma garota mimada fugindo do possível príncipe feio e velho, ela é uma jovem querendo ouvir sua própria voz, ela é uma jovem com medo do futuro que lhe espera e ela não deseja, ela é uma jovem tomando uma medida desesperada, pois todos decidiram o que era melhor e esqueceram de ouvi-la. Ela é o desespero e a esperança por uma vida vivida por ela mesma.

“Pode-se levar anos para moldar um sonho, mas é preciso apenas uma fração de segundo para despedaçá-lo.”

E então vamos vendo a realidade mítica e cheia de tramas e segredos e dons se desenrolando a sua frente e fazendo-a crescer, amadurecer e perceber que talvez ela não possa fugir de seu destino, de suas responsabilidades, mas talvez ela possa fazer sua voz ser ouvida em meio disso tudo e talvez possa encontrar a felicidade nos lugares menos prováveis.

Não posso deixar de elogiar a autora por não ter se concentrado apenas no romance, há muitas outras coisas acontecendo em meio a tudo, inclusive mortes e guerras e ela deixou bem claro que Lia tem um papel nisso tudo e que uma hora ela irá precisar tomar decisões pensando não como mulher e sim como herdeira de um povo.

“Nem sempre o inimigo vem marchando em grandes exércitos, menino. Às vezes, o inimigo é apenas uma pessoa capaz de derrubar um reino.”

O livro que começa um pouco lento e confuso – e confesso, me fez duvidar das tantas boas críticas que eu li nos primeiros capítulos -, mas não desista, pois ele se desenrola e se explica por si mesmo ao ficar alucinante e nos bombardear com informações, surpresas e altas reviravoltas. E não posso deixar de admitir que apesar de estar louquíssima por esse livro a meses, a edição da Darkside foi o que me fez comprar a obra logo após seu lançamento, tudo está impecável.

Resenha: Kiss of Deception, Mary E. Pearson
94%Pontuação geral
Capa100%
Enredo90%
Narrativa90%
Personagens95%
Votação do leitor 0 Votos
0%

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Precisamos falar sobre o DESCASO DA BGS com as pessoas com dificuldades de acessibilidade!

Posted: 09 Sep 2016 06:38 AM PDT

A BGS é um dos maiores eventos (se não o maior) relacionados ao mundo Gamer no Brasil, e tinha tudo para dar certo, mas as coisas não estão nada bem para a organização do evento. Além de reclamações do público em geral por questões gerais como organização, lançamentos e afins, chegamos a um ponto mais crucial e super importante: ACESSIBILIDADE! 
Em pleno 2016, ainda existem pessoas/eventos que se negam a prestar o mínimo de suporte para o público que apresenta algum tipo de dificuldade de acessibilidade, chegando a se negar a emprestar uma cadeira de rodas para uma pessoa que estava precisando, que tinha o mesmo direito de todos que estavam ali, pois pagou o ingresso, e teria direito a conhecer a feira de uma forma confortável, ou no mínimo aceitável, já que ter acesso para pessoas com deficiência física é OBRIGATÓRIO, e não é uma coisa tão difícil assim, principalmente para um evento que estampa o slide a seguir na página de abertura do site oficial.
acess

Acessibilidade pra quem?

Marcia Araújo fez um relato no facebook de uma coisa que não deveria acontecer de jeito nenhum, principalmente em um dos maiores eventos do país: negaram uma cadeira de rodas para seu filho Murilo durante sua visita á BGS. Confira o post na íntegra abaixo: 
collaged
Amigos, na última 2a.feira, meu filho, Murilo Colangelo, me pediu para q eu o levasse à BGS, um evento de games, frequentado por mais de 68.000 pessoas, evento esse, que Murilo não pode ir nos 2 últimos anos em razão da sua saúde, o deixei faltar nos 2 cursos e fomos para a Expo SP, local do evento, estacionamos na vaga para deficiente, pois como sabem, Murilo teve como sequela do tratamento da Leucemia, necrose asséptica na cabeça dos femurs e outros locais das pernas, obrigando o a usar muletas canadenses, para não sobrecarregar suas pernas evitando afundamento, e piora do quadro; atravessamos uma longa passarela que dava acesso a um elevador, onde perguntei pelos coordenadores do evento, nos dirigimos a eles para solicitarmos uma cadeira de rodas, uma vez q Murilo teria que caminhar mais 300 mts até a entrada do evento, qual minha surpresa, qdo disseram q não tinham cadeiras para pessoas com dificuldades de locomoção, e quem as tivesse trouxesse de casa, e que tinham 2 cadeiras para uso dos bombeiros, solicitei que emprestasse até a entrada do evento, tbem foi negado, fui até a coordenação geral, e a encarregada fechou a porta na minha cara, fui atendida por uma funcionária que me informou que era um evento privado, e que não tinham a obrigação de disponibilizar cadeiras de rodas, após tanto descaso, constrangimento e frustração do Murilo, por não poder acessar o evento, pq só entre o acesso e retorno seria quase 1km, me senti na obrigação de fazer um B.O, momento esse q então apareceu um dos diretores, arrogante, dizendo que faz os maiores eventos do Brasil, e novamente o discurso da não obrigatoriedade de disponibilizar as cadeiras de rodas; 
Pergunto, será que um evento para 68.000 pessoas, cuja meia entrada custa R$ 85.00 e mais tantos outros milhões arrecadados entre expositores e vendas de jogos e equipamentos, não deveria disponibilizar algumas cadeiras, como fazem os shoppings, supermercados etc? Será que o que importa é só a tecnologia e esqueceram o ser humano que a opera?
Que nos próximos eventos, tenham fileiras de cadeiras e que o deficiente tenha mais acessibilidade em todos os locais, que sejam respeitados, que não sejam segregados por falta de acessos!! Quem puder compartilhe, pq estou abraçando essa causa, abracem comigo!

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