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Esquadrão Suicida | Crítica

Posted: 09 Aug 2016 05:40 PM PDT

Um filme com muito potencial que sofreu nas mãos da edição.

Esquadrão Suicida é o terceiro filme no Universo Cinematográfico DC Comics, sobre o grupo de vilões liderados pelo Pistoleiro (Will Smith) e Rick Flag (Joel Kinnaman) a mando de Amanda Waller (Viola Davis) para enfrentar a ameaça dos meta-humanos.

Primeiramente, eu estava muito ansioso por esse filme. Tudo que o marketing estava mostrando, desde as músicas aos trailers, só me faziam querer mais. Arlequina (Margot Robbie) parecia que iria virar a nova musa dos nerds, algo que realmente aconteceu. A personagem funciona perfeitamente no filme, entregando uma atuação que vai marcar tanto os fãs da editora quanto os espectadores em geral.

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Eu não tenho nenhuma reclamação com o elenco em geral. Eles conseguiram se entregar aos personagens e nos dão exatamente o que estávamos pedindo, com o diretor David Ayer elegendo a Arlequina e o Pistoleiro como seus protagonistas. O filme é dos dois e você não se incomoda com isso. Eles funcionam perfeitamente.

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Acho que posso resumir esse filme numa única frase: “Bons personagens num filme não tão bom assim“. Da metade para frente o filme se prede por completo, nos entregando um arco não muito interessante e uma vilã pior ainda. É uma droga dizer isso da Cara Delevingne, que tinha um personagem com tanto potencial.

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Mas o pior ainda foi o Coringa (Jared Leto). Não que Jared não tenha feito a sua parte, mas o filme não deixa espaço para ele crescer, o deixando muito genérico na trama. Não estou dizendo que Jared tenha culpa. Acho até que tenha algo interessante para se explorar do seu palhaço demoníaco, mas só vemos um vislumbre disso no começo. 

Isso é uma pena, porque se você tem o Coringa no filme, porque não o aproveitar ao máximo? 

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No final, Esquadrão Suicida não consegue concertar os erros de Batman vs Superman ou realmente nos entregar um bom filme de equipe, mas ele é bem divertido. Eu me diverti do começo ao fim e quero muito uma continuação. Eu só espero que a Warner tenha um pouco mais de foco no seu próximo trabalho. Dava pra fazer como esse filme saiu das mãos do diretor e poderíamos ter tido algo muito melhor se a produtora confiasse mais em sua equipe. 

Esquadrão Suicida | Crítica
71%Pontuação geral
Personagens 75%
Enredo 45%
Fotografia 85%
Efeitos Especiais 70%
Trilha Sonora 80%
Votação do leitor 0 Votos
0%

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As Crônicas de Nárnia: Reboot é oficializado e “A Cadeira de Prata” será produzido!

Posted: 09 Aug 2016 04:08 PM PDT

Depois de muitos anos de espera, FINALMENTE oficializaram o reboot de As Crônicas de Nárnia, que agora passa a ser produzido pelo estúdio TriStar Pictures, que pertence a Sony Pictures.

O reboot irá adaptar o quarto livro da série, A Cadeira de Prata, que se passa décadas depois de A Viagem do Peregrino da Alvorada, com o Rei Caspian idoso em busca do seu filho desaparecido, Príncipe Rilian. O novo filme ainda não tem previsão de lançamento.

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David Magee, de As Aventuras de Pi, escreve o filme, que ainda não tem diretor contratado. O Sobrinho do Mago, que trata das origens de Nárnia e do guarda-roupa do primeiro filme, chegou a ser cotado como o quarto longa da série cinematográfica, mas o estúdio e os herdeiros de C.S. Lewis decidiram seguir a ordem cronológica dos livros de C.S. Lewis.

via Pipoca Combo / Omelete

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Resenha: King of Thorns, Mark Lawrence

Posted: 09 Aug 2016 03:30 PM PDT

A HBO devia correr e comprar logo os direitos dessa trilogia impecável.

King of Thorns é o segundo volume da Trilogia dos Espinhos, uma das trilogias mais intensas e caóticas que tive o prazer de conhecer. O livre continua exatamente onde Prince of Thorns termina e mostra agora o Rei das Terras Altas de Renar, Jorg Ancrath, em sua batalha pela ascensão ao trono do Império, mas dessa vez os pecados e segredos do passado poderão ser grandes demais para ele suportar.

Primeiramente tenho que dar os parabéns ao autor Mark Lawrence, ele continua sendo um mestre da narrativa, indo cada vez mais ao fundo do psicopata sanguinário que não conseguimos deixar de seguir, contudo, Mark começa a nos mostrar algo diferente: o que será que existe além de maldade num homem mal?

Nesse segundo volume a história volta a se dividir no presente e no passado, com Jorg aos seus dezoito anos, se preparando para seu casamento ao mesmo tempo que o exército do Príncipe de Arrow bate em sua porta, e sua jornada depois de conquistar as terras de seu tio pelo Império que um dia almeja conquistar

Tenho que admitir que não estava tão interessado pelo passado, preferindo mil vezes ver os eventos do dia do casamento em que Jorg é colocado em sua batalha mais difícil, mas o modo como Mark conduz sua história é admirável. Ele consegue deixar qualquer parte interessante com narrativa afiada e cruel do nosso Ancrath, e o modo como ele nos coloca mais o fundo de sua alma sombria e devastada, e os efeitos que ele causa nas pessoas a sua volta, a trilogia realmente se coloca num outro nível. Sempre explorando todo o potencial da terrá distópica medieval que se encontra.

Jorg não é nossa única voz. Mesmo narrando pouco, também ouvimos a voz de Katherine Ap Scorron – a mulher que Jorg não consegue parar de desejar. Ela é uma parte importante do mistério da trama e seu destino me deixou muitas vezes temendo pelo pior. Acho que mesmo tendo amado o primeiro livro, é óbvio como o autor conseguiu trabalhar melhor as resoluções e reviravoltas que colocou através dessas duas vozes, e nos deixou querendo muito mais.

Essa trilogia continua sendo assustadoramente sedutora, nos dando um mundo de vilões batalhando entre si e um protagonista que é uma força do caos na terra, tentando conviver com as marcas de seu passado.  Mal posso esperar para ver as grandes forças do mal se colidindo.

Que venha Emperor of Thorns!

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Resenha: King of Thorns, Mark Lawrence
88%Pontuação geral
Capa95%
Enredo 85%
Narrativa 90%
Personagens 80%
Votação do leitor 0 Votos
0%

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