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[Divulgação] A Fera do Brasil

Posted: 01 Jul 2016 05:00 AM PDT


A Fera do Brasil
Autor: T.R. Connolly
(Atualmente apenas em formato digital)
Link para download: Amazon
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Contato do autor: aferadobrasil@gmail.com

Sinopse:

Na praia de Boa Viagem, Recife, um menino porto-riquenho, órfão, sem-teto e de passado sombrio, entra em ação. Seu nome é Chunk DeLuna, e ele jamais será pobre novamente. Vinte anos mais tarde, ele é o criminoso mais poderoso do Brasil, proprietário de uma grande construtora e está encarregado de construir um estádio para a Copa do Mundo e as Olimpíadas.
Com a aproximação das Olimpíadas, os obstáculos se acumulam para DeLuna: protestos populares, o temor do Zika vírus, a ameaça oculta de um rio subterrâneo, o COI e a FIFA não querem realizar jogos em seu estádio. Ao mesmo tempo, o amor de DeLuna, Lívia, começou a questionar seus valores e motivações para continuar ao lado dele. Chunk DeLuna, a  Fera do Brasil, está à beira do abismo!

5 perguntas para o autor T.R. Connolly




Tom Connolly nasceu em Cambridge, Massachusetts, EUA. Estudou administração e desenvolvimento de organizações, serviu na Força Aérea americana por quatro anos, teve uma longa carreira na IBM e administrou sua própria firma, o Thundercloud Consulting Group. Aos 71 anos, publicou seu primeiro livro, Os Adorados (The Adored; ainda não traduzido para o português), seguido por A Fera do Brasil.


Por que você decidiu se tornar escritor aos 70 anos?

A maioria dos escritores encerra sua carreira antes dos 70. Comigo foi um pouco diferente; eu tenho muitas histórias guardadas dentro de mim, e parece que elas querem vir ao mundo agora que eu tenho 71 anos. Mas não é uma idade ruim para começar a escrever. A pessoa aprende muito em 70 anos, e se souber juntar algumas palavras, provavelmente pode contar uma boa história. Os Adorados e A Fera do Brasil foram os primeiros livros resultantes desse fluxo de histórias. Estou perto de concluir mais dois romances e um livro de contos.


O que inspirou você a escrever A Fera do Brasil?

Visitei o Brasil pela primeira vez em 1996. Sempre que visito um país, pergunto a meus novos amigos quais são seus livros favoritos. Recomendaram que eu lesse Capitães da Areia, de Jorge Amado. A imagem de Pedro Bala e sua gangue permaneceu em minha mente. Assim, tudo começou com um órfão na praia de Boa Viagem.

Daí, uma confluência de eventos apontou para 2016: aproximavam-se os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro; multidões estavam protestando contra a corrupção; o Zika vírus estava se espalhando; a Presidente estava sendo acusada de desvio de fundos de campanha. Eu só precisava de um fio condutor para unir todos esses elementos. Entra em cena a "Fera do Brasil".


Quem é a "Fera do Brasil"?

Ao construir o enredo, criei um grupo de personagens — os Reis da Praia — e entreteci os eventos que aconteciam no Brasil. O personagem principal, Juan "Chunk" DeLuna, é o líder da gangue — algo como um Pedro Bala que cresce e se torna o Poderoso Chefão. Ele se torna a "Fera do Brasil". Todos odeiam Chunk; ele é detestável pelas coisas que faz, e sua violência cresce a cada página. É apenas no fim da história que o leitor descobre a tragédia e o mal que aconteceram a DeLuna antes da cena em que o conhecemos, no primeiro capítulo, aos 14 anos na praia de Boa Viagem. Eu também dei a DeLuna uma mulher totalmente oposta a ele: Lívia Cavalcanti. Somente mais tarde Lívia questiona seus valores para estar com Chunk. Nesse ponto, ela encontra o amor nos braços de seu professor de pintura, um homem 40 anos mais velho que ela.


A quem você indica a leitura de A Fera do Brasil?

Eu escrevi o livro para leitores que gostam de histórias empolgantes, com personagens profundos que se metem em dificuldades e encontram uma saída. O leitor deve gostar de uma história que se passa nos tempos atuais, no presente — eu procurei dar sentido ao que acontece à nossa volta. Nada me cativa mais do que ler o jornal: todos os dias acontecem centenas de eventos que nunca antes na História ocorreram. Eu pego esse material e crio uma nova história. Tento retratar o momento que vivemos. Talvez se pudermos visualizar a história completa, de uma só vez, como conto de ficção, isso nos ajude a encontrar sentido em nosso mundo.


Quais são seus livros favoritos?

A Mancha Humana; Os Miseráveis; Silas Marner: O Tecelão de Raveloe; Um Conto de Duas Cidades; Capitães da Areia; A Boa Vida; O Prefeito de Casterbridge; Eugênia Grandet; Winesburg, Ohio; Uma Cidade Chamada Alice; O Velho e o Mar; e Amsterdam. Todos esses têm as mesmas coisas em comum: foram escritos de maneira excelente; têm uma história forte e personagens maravilhosos, muitos dos quais estão em conflito e com suas fragilidades expostas; e me afetaram em nível emocional.


O livro parece ser bem atual e  tem tudo haver com a situação que o Brasil se encontra, fiquei muito curiosa com o livro e você? 

Beijos 

Até mais!



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