Balaio de Livros

Conteúdo Recomendado

Balaio de Livros


Nova Parceria - Editora Dublinense:

Posted: 23 Jul 2016 06:00 PM PDT



Mais um motivo para a blogueira aqui surtar de felicidade - O Retrô firmou parceria com a Editora Dublinense e eu vim aqui apresentá-la para vocês:

A Dublinense foi criada em maio de 2009 com o objetivo de formar um catálogo eclético. Isso significa receber os jovens e criativos autores, mas também dar espaço para os escritores maduros e já consagrados. A linha editorial da Dublinense é aberta para as literaturas de ficção e de não-ficção, esta com foco para as humanidades e negócios.




Mistério no Centro Histórico
Tailor Diniz

O candidato a escritor Joãozinho Macedônio passou por todas as oficinas literárias da cidade, mas ainda não chegou a uma grande obra. Até que consegue escrever uma novela baseada em um fato real, a explosão de uma bomba no Centro Histórico de Porto Alegre, na qual deposita todas as suas esperanças. Jamais imaginaria, porém, que, ao submeter o original à avaliação de um amigo detetive, se veria enredado em uma trama de suspense e investigações.
A partir daí, o leitor é levado a acompanhar uma tensa incursão policial pelas ruas da fronteira do Brasil com o Uruguai, onde estaria escondido um terrorista responsável pelo atentado. Mesmo diante do medo de Joãozinho, o detetive Walter Jacquet segue no encalço de pistas e suspeitos realizando suas próprias entrevistas por desconfiar da atuação dos órgãos responsáveis.
Misturando problemas lógicos ao clássico romance policial, Tailor Diniz renova e presta homenagem a esse gênero pouco explorado na literatura brasileira. Com uma trama fluida e envolvente, "Mistério no Centro Histórico" garante momentos de riso, de tensão e de descobertas.


Uma estranha na cidade
Carol Bensimon

Uma estranha na cidade traz um conjunto de textos que passeiam entre a crônica e o ensaio. Carol Bensimon convida o leitor a refletir sobre a vida nas cidades e discutir consumo, comportamento, viagens, afeto – sempre com uma prosa leve, bem-humorada e provocadora.
Em seu primeiro livro de não ficção, Carol Bensimon traz textos que colocam em evidência as peculiaridades e as angústias de uma geração que, enquanto aprende a decodificar o mundo, tenta ser compreendida pela que a antecedeu. Aqui estão reunidas crônicas publicadas no jornal, reflexões veiculadas em blogues e ainda um ensaio inédito sobre a busca pelo genuíno em uma cidade-fantasma dos Estados Unidos.
As pautas são múltiplas: planejamento urbano e o espaço das pessoas nas cidades, viagens, tecnologia e sua interferência no cotidiano, novos paradigmas do consumo e até mesmo as maneiras contemporâneas de expressão sentimental e sexual.
Antes de mudar o mundo, a geração que já viveu a revolução digital quer relações interpessoais mais livres, espera criar cidades humanas e seguras e tenta empurrar um pouco mais para longe as fronteiras geográficas. Os ventos de mudanças já estão aqui. Resta descobrir para onde navegar.


Sem gentileza
Futhi Ntshingila

Em meio ao apartheid, nos guetos da África do Sul, mãe e filha precisam sobreviver em um ambiente marcado pela pobreza e pelo medo da aids. Este romance traz uma história de superação de cruéis adversidades, mas também conta a trajetória de libertação pessoal de uma mulher orgulhosa e de uma menina que se torna adulta cedo demais. Diante de uma sociedade machista que tenta anular suas existências, Zola e Mvelo lutam para que suas vozes sejam ouvidas.
Sem gentileza é uma leitura cativante e intensa que retrata a maneira como diferentes personagens oscilam entre o alívio e o desencanto conforme se relacionam uns com os outros. A trama extrapola os limites de raça, classe e fronteiras. Reneilwe Malatji

Em uma época em que o feminismo mal tinha palavras às quais se agarrar, Zola mantém-se sólida e determinada a seguir seus próprios princípios. E, se olhamos com atenção, encontramos em Mvelo a infância que, roubada tão precocemente, se fez durar um pouco mais ao subsistir na inocência de uma garota que se alimenta de esperança. Dispostas a abrirem mão da própria felicidade, essas mulheres só podem deixar à geração seguinte a crença em um futuro melhor, mesmo que seu único recurso seja contar com forças quase sobrenaturais. Nesse ponto, apesar de serem numerosas as diferenças, é possível traçar paralelos entre as realidades e as literaturas sul-africana e latino-americana. Aqui e lá, estão a resiliência, a força e o fato de, quando a vida se torna insuportável, somos capazes de recorrer ao mágico. Enquanto a Colômbia nos deu García Márquez e seu realismo maravilhoso, Moçambique nos brindou com Mia Couto e o fantástico, Futhi Ntshingila levanta sua voz com uma espécie de realismo místico no qual os espíritos ancestrais ainda são capazes de modificar o mundo. Em uma narrativa polifônica que se multiplica ao avançar, Sem gentileza nos permite conhecer mais de uma mulher, mais de uma África e mais de um tempo, um mosaico bem amarrado por firmes cordas de coragem. Julia Dantas


Tudo tem uma primeira vez
Mariana Kalil

A vida é uma estreia permanente. Desde o momento em que nascemos, vivemos situações pela primeira vez: algumas inusitadas, outras tristes, muitas corriqueiras e outras tantas insólitas — aprendizados ganham um tom diferente quando vistos a partir do olhar de Mariana Kalil. Para ela, vomitar em um jantar de gala pode ser um exercício de elegância; chamar a polícia, um ensinamento sobre a natureza dos vizinhos; e uma lua de mel no paraíso, tornar-se o inferno. Essas e outras histórias, mais do que lições, garantem boas risadas e divertimento.
"Revertendo a lógica da desgraça com a sabedoria de quem aprende com as próprias atrapalhações, Mariana nos entrega um volume que é daqueles de ler aos poucos para prolongar o encanto e o prazer." Cíntia Moscovich


Se eu olhar pra trás
Ademir Furtado

Edimar, funcionário público às vésperas da aposentadoria, recebe um telefone inesperado: um estranho quer saber o paradeiro de documentos secretos do seu falecido pai, respeitadíssimo professor universitário. Na busca pelos papéis e pela verdade, ele revisita sua própria história: a chegada à capital nos anos 70, o ingresso na universidade nos tempos de ditadura militar, o início da carreira à sombra do pai, o recato da vida amorosa. Nesse caminho sem volta, descobre que vasculhar o passado significa também rever a sua vida tranquila no presente.




Visite a Dublinense:



Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Google+ Badge