Mônica De Castro - A Atriz, Gêmeas, Segredos da Alma e Outros


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A Atriz

"A Atriz" conta a vida de Tália Uchôa, uma famosa atriz do teatro carioca. A narrativa se inicia quando Tália sente um tremor repentino e percebe que, na Terra, seus restos mortais estão sendo descobertos por seu neto.

Contada em duas épocas distintas, em 1940, quando encarnada, e em 2006, no mundo espirital, a história de Tália ensina a perdoar e amar, libertando- nos dos ressentimentos que carregamos. Neste lançamento, a autora une o passado e o presente, revelando que a vida e os laços espirituais continuam em vigor, mesmo após a morte do corpo.



As trocas de energias falam mais do que as palavras no trato entre as pessoas, criando os laços de simpatia ou rejeição, influenciando nossas escolhas de relacionamento. No dia-a-dia, você seleciona as amizades e pode controlar bem as diferenças, mas o que dizer das relações familiares, quando a vida coloca em seiu caminho pessoas com as quais vai ter de relacionar-se por toda a vida?
Pelo espírito de Leonel 





Há quem diga que o amor é a base de tudo, porém eles se esquecem que: há os que se anulam em nome do amor e acabam abandonados. Há os que investem tudo acreditando que serão correspondidos e vivem reclamando do egoísmo alheio. Há os que sonham com um amor perfeito, pretendem encaixar o ser amado neste modelo e acabam descobrindo que cada um é como é e não temos poder para mudar ninguém. Há os que confundem paixão com amor. Não percebem que paixão é admirar no outro o que recalca em si; quando a ilusão projetiva desaparece percebemos o ridículo dos nossos atos apaixonados. Há os que confundem apego com amor. São egoístas que esperam do outro exatamente o que não se dão.
O amor verdadeiro nunca faz sofrer. Traz alegria, motivação e prazer, agindo sempre com seu poder de harmonizar as relações humanas. Quando ser feliz passa a ser um objetivo sério, logo percebemos que ´Com o Amor não se Brinca´.





Quando Luciana se foi, Marcela pensou que seria o fim de sua vida. O desequilíbrio a levou a adotar medidas extremas. Frustrado o suicídio, encontrou no médico que a salvou uma nova razão para viver. Temendo o preconceito, Marcela esconde do jovem namorado a avassaladora paixão do passado. A partir daí, intrinca-se no livro De Frente com a Verdade uma rede de omissões e subterfúgios para tentar conter a verdade, vendo em Luciana a arma com que o inimigo tramará sua derrota. O passado, contudo, não pode ser apagado, e as experiências nele vividas ficam arraigadas na alma. Mais cedo ou mais tarde o universo desvenda segredos e ilusões, porque a verdade é o estado natural de todas as coisas. Presa ainda aos desenganos do mundo, Marcela não compreende a obra da natureza, que incessantemente trabalha para restabelecer o seu curso. Por mais que tente fugir ou se esconder, os rumos que a vida percorre chegam sempre ao mesmo ponto, onde ela se encontrará, inevitavelmente, de frente com a verdade, fazendo da leitura do livro De Frente com a Verdade uma incitante aventura.




A história deste livro gira em torno de Marianne, uma menina, cuja mediunidade despertada aos sete anos de idade de forma perturbadora e pouco compreendida, traz transtornos para ela e sua família. A trama se passa na Inglaterra, pouco antes de eclodir a Segunda Guerra Mundial, numa época em que a ignorância fazia com que a sociedade encarasse a sensibilidade e os distúrbios psicológicos com muito preconceito e medo.




Gêmeas têm como cenários o interior do Mato Grosso e as cidades do Rio de Janeiro e Brasília. No enredo, duas irmãs gêmeas recém nascidas são vendidas pela mãe e, assim, separadas ao nascer. O pai das crianças, ao descobrir a negociata, é assassinado ao tentar evita-la. A trama, a partir dessas fatalidades, é repleta de situações aparentemente eventuais que vão moldando a vida de mãe e filhas até que o inevitável reencontro acontece.
A história, que começa em meados da década de 80, mostra como a espiritualidade pode interferir em nossa vida terrena e nos ensina que as casualidades, sincronicidades e coincidências nada mais são do que a aplicação das leis cósmicas e perfeitas que Deus criou para nos auxiliar na trajetória da nossa evolução.
A falta de conhecimento sobre a espiritualidade, no entanto, muitas vezes impede que tenhamos uma visão mais real da vida e do quanto ela é generosa, sempre favorecendo o nosso crescimento. Afinal, a vida colabora com nosso desenvolvimento, mas exige que cada um faça a sua parte.




Na Espanha, no tempo da Inquisição, quando o poder da igreja era quase absoluto, um inquisidor, em sua luta para salvar as almas do pecado, pratica toda sorte de crimes. Sua amante, uma linda e ambiciosa mulher, une-se a ele, urdindo ciladas para as pessoas a quem ele deseja condenar.

Assim tornou-se cúmplice dos crimes que o amante praticava. Encontrou, porém, um homem que a despertou para um grande amor, inspirando-a a mudar de vida.

Haveria tempo para ela fazer isso ou seria tarde demais? Você encontrará a resposta na emocionante história de Giselle (a amante do inquisidor).



Um momento de distração da babá, um acidente, uma criança morre. Os pais, inconformados, expulsam a babá. Os fatos se espalham, e ela, esmagada pela culpa, não consegue mais emprego. Então a babá amorosa se transforma em GRETA, uma mulher sensual que tenta sobreviver como pode. A mãe do menino não consegue lidar com a dor da perda; afunda na depressão afastando-se do marido, que procura conforto fora do lar.Por que uma criança saudável, alegre, morre de repente? Como vencer a dor da perda e continuar vivendo? O que fazer quando a motivação vai embora e tudo parece perdido? Só a sabedoria da Vida tem todas essas respostas. Apesar das dificuldades das pessoas envolvidas pelo materialismo do mundo, ela vai conduzindo os fatos, arrancando os véus do desconhecido, revelando o que acontece depois da morte. Quem parecia morto continua vivo em outra dimensão. O “nunca mais” é abolido. O que parecia injusto, tem uma razão justa. O que parecia ruim, diante das circunstâncias, foi o melhor que poderia ter acontecido.
Compreendendo a perfeição e a beleza da Vida, a motivação volta e fica mais fácil conquistar a paz. 






A escritora espiritualista Mônica de Castro, autora de inúmeros best-sellers, lança agora seu 15º romance pela Editora vida & Consciência, em que resgata a história de uma das mais importantes entidades da Umbanda, a cabocla Jurema, responsável por transmitir coragem e energia a quem necessita. Em 'Jurema das Matas', Mônica de Castro narra as quatro encarnações que a precedem, mostrando o quanto a simplicidade e a franqueza são fundamentais para que as pessoas não se iludam com falsos valores de conquista e de poder. Da trajetória sangrenta e sofrida, surge uma criatura dócil e infinitamente sábia, disposta a compensar seus desequilíbrios com o auxílio desinteressado aos irmãos de caminhada que formam a família humana.




Este é o final da trilogia que se iniciou com o livro Sentindo na Própria Pele, passando por Com o Amor não se Brinca até chegar a este, Lembranças que o Vento Traz, que encerra a história da família Sales de Albuquerque e da escrava Tonha, que a ela se ligou por laços de amor e ódio do passado.
A vida nos ensina muitas coisas. Tudo aquilo que nosso coração teima em não enxergar a vida coloca diante de nós, para que possamos empreender uma auto-reflexão e modificar atitudes que não condizem mias com a nossa necessidade de evolução.
Assim é com Clarissa. Desde sua saída do então próspero Vale do Paraíba, até a ida para a distante e isolada Cabo Frio, a vida tentando mostrar-lhe a necessidade de desapego do orgulho como forma de facilitar o seu crescimento espiritual.
Mas se desapegar nem sempre é tão fácil, por causa das Lembranças que o Vento Traz.





Quando a sociedade estabeleceu um modelo de normalidade, criou uma guerra antropológica com a natureza humana. A diversidade natural é real e em torno dela age a funcionalidade da ecologia, que trabalha em favor do progresso de todos. Cada um de nós é único, com um temperamento original relativo às necessidades essenciais do progresso pessoal e coletivo.



Após desencarnar, Althea fora levada por espíritos das trevas para sombria região do umbral, onde tornara-se escrava de Rupert, cruel senhor daquelas terras. Queria, porém, sair daquele lugar onde já estava por 200 anos, pois desejava livrar-se dos vícios que levaram-na a uma vida de abusos e que prendiam-na ali.

Desesperada, faz sentida e silenciosa prece, atendida por espírito amigo que havia sido seu avô na última vida. Este, como pai amoroso, ajuda Althea a preparar novo plano para nova reencarnação na Terra.

Renasce então na Inglaterra de 1784, como a jovem Vivian, filha de respeitada família da região de Plymouth. Ali ela tentará seguir o difícil caminho que traçou para si no plano espiritual, afim de que possa, então, enfrentar e superar os segredos mais íntimos de sua alma.




Através das histórias da escrava Tonha, veremos que o preconceito e o julgar o próximo trazem a nós situações semelhantes, pois só sentindo na própria pele saberemos verdadeiramente respeitar a todos.

"Nada substitui a experiência.

Entretanto, quando apressamo-nos em julgar as atitudes alheias segundo nossos próprios padrões, acreditamos estar de posse da verdade.

Quanta ilusão! Como saber o que vai no íntimo dos outros? Como avaliar emoções que nunca sentimos?

A vaidade faz crer que sabemos a melhor solução para o problema dos outros. A sabedoria da vida tenta mostrar-nos o relativismo do julgamento, trabalhando a inteligência de várias formas, mas se resistirmos, apegados aos próprios conceitos, ela coloca em nossa vida uma situação igual à que criticamos, para que, sentindo na própria pele, possamos compreender esse relativismo e aprender a respeitar os outros como a nós mesmos."




Naquele momento em que Januário deparou com a pequena criatura chorando no berço, algo em seu coração despertou. Acostumado à frieza da sua profissão, assassino profissional, jamais esperou da vida uma recompensa por seus atos cruéis. No mundo, não há crimes nem pecados, porque estes são apenas a face oculta do bem, que ainda não ganhou da vida a oportunidade de se expressar.

Desconhecendo essa verdade, e preso ainda às armadilhas da culpa, Januário defronta-se, um dia, com a maior encruzilhada de sua existência: matar novamente ou deixar-se morrer na prisão. A escolha que ele terá de fazer vai depender da voz de sua própria consciência que, em qualquer caso, vai lhe mostrar que Só Por Amor o homem é capaz de orientar os seus mais primitivos instintos para sustentar a grandeza da sua própria humanidade.




Amante dos livros e da leitura, escrever sempre foi sua grande paixão. Ainda menina escrevia poesias, textos e contos. Desde a mais tenra idade ligada à doutrina Espírita, Mônica de Castro ansiava há muito pela redação de um romance. E a oportunidade se deu quando, pouco depois de ser mãe, começou a receber as idéias de Leonel, amigo espiritual com quem hoje divide as experiências maravilhosas e gratificantes que procura veicular em seus livros.
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